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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Superstição ganha da lógica no futebol

O Clube Grêmio Catanduvense, equipe de Catanduva (interior de São Paulo) estuda trocar o distintivo da camisa na próxima temporada. A bruxa, mascote do time, seria o motivo das más campanhas nos últimos anos, por "falta de sorte".

Não é a primeira vez que uma agremiação adota práticas "pouco convencionais. O então presidente do Botafogo-RJ, Carlito Rocha, entrou em todos os jogos do Campeonato Carioca de 1948 com o cachorro Biriba, do zagueiro Macaé.Para ele, o vira-lata dava sorte ao time. Resultado: O Fogão ganhou 17 das 19 partidas disputadas e foi campeão.

Em 2008 tivemos quase que um "remake" do caso. Um beagle, chamado Perivaldo (em homenagem ao ex-jogador do clube), entrou no jogo contra o Corinthians, pela segunda partida das semifinais da Copa do Brasil, por ter uma mancha branca nas costas que parecia a Estrela Solitária, símbolo do alvinegro.

O treinador Vanderlei Luxemburgo nunca escondeu suas crenças. Em 1998, o Corinthians disputava o título do Brasileirão diante do Cruzeiro. Na partida em Minas Gerais, o zagueiro Batata recebeu uma ligação do técnico durante no hotel, pedindo para que ele fosse até o quarto de Luxemburgo. Quando o atleta chegou lá, Vanderlei havia preparado uma banheira cheia de sal grosso, para espantar a "zica". O Corinthians foi campeão.

Se analisarmos tudo isso, parece que a mandinga dá certo. Será que veremos um dia Grêmio Catanduvense Campeão Brasileiro? Só a bruxa pode dizer o futuro.

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